Uma criança estadunidense. Ela óbviamente terá um videogame em que ocupará todo o seu tempo do dia.
As crianças estadunidenses de hoje em dia se baseiam a apartir dos jogos de videogame ( como o playstation, ou xbox) ou de computador.
Essas crianças, não são as mesmas em que vemos em filmes de Hollywood, crianças magrinhas, que vão à aula todo dia, se alimentam bem e estudam.
São completamente ao contrário do que pensamos, são gordas, folgadas e só pensam em games, e são neles que eu vou falar:
Games... Eles ocupam nosso tempo e dinheiro, mas muitas vezes é bem educativo. Existem vários tipos de jogos: os de luta, corrida, ação e etc. Mas ao contrário do que pensamos muitas pessoas ficam inteligentes após jogar um jogo de videogame. Pois esses jogos prescisam de muita abilidade, as vezes raciocínio lógica e o mais importante, muitas vezes tem que saber inglês. As crianças de hoje em dia que jogam videogame falam o inglês fluentemente (me refiro as que não são estadunidenses).
Existem outros tipos de jogos como de tabuleiro e cartas, mas não são tão jogados.
Che Kunze's Magazine
sábado, 23 de outubro de 2010
Brasil
O Brasil vem mudando muito. Agora muitos cantores e bandas vem aqui pois a imagem que Lula proporcionou ao Brasil é muito boa. Além das bandas, muitos jovens e adultos vem para cá por turismo mesmo.
PauMccartney vai dar show em Porto Alegre no Estádio Beira-Rio, numa após a vinda da banda Greenday. E depois, terá show da banda Black Eyed Peas também no Beira-Rio. Ou seja, após o Lula fazer seus 8 anos de presidência, o Brasil vêm evoluindo muito e mudando muito a sua imagem. Brasil não é mais apenas futebol e carnaval, mas sim muito mais.
PauMccartney vai dar show em Porto Alegre no Estádio Beira-Rio, numa após a vinda da banda Greenday. E depois, terá show da banda Black Eyed Peas também no Beira-Rio. Ou seja, após o Lula fazer seus 8 anos de presidência, o Brasil vêm evoluindo muito e mudando muito a sua imagem. Brasil não é mais apenas futebol e carnaval, mas sim muito mais.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Moda ou modinha?
É, é disso sim que eu vou falar. Restart. Restart é uma banda de 4 integrantes que usam calças coloridas, cabelo no olho e um estilo meio... bizarro. Daí é que começou essa moda de usar calças coloridas e voltou a moda de usar aqueles óculos meio que anos 80 , quem era daquela época obviamente conhece, o óculos wifirer. Só que esses são coloridos, todos os tipos de cores que você possa imaginar terá. As calças também, tudo quanto é tipo de cor. Porém tem muita gente por aí que estranha essa moda, tipo, “quem usa essa roupa é puto!” foi o que meu colega me disse. Aí vem a teoria de modinha, pois não é uma moda que todo mundo gosta, é uma moda de especialmente algumas pessoas, que estas são os tais tão falados “coloridos”. Admito que muitos garotos de hoje em dia chamam eles de “puto”, ou “boioila” por pura inveja, pois as gurias morrem de amores por esses meninos que nem o rosto deles pode-se ver, por causa do óculos e do cabelo. Música emo não é, rock não é. Não sei o que é.
Então, moda ou modinha?
domingo, 17 de outubro de 2010
O homem é criador
O homem não se satisfaz em contemplar as criações da natureza. Ele sempre sentiu necessidade de criar suas próprias obras. Os primeiros instrumentos do homem eram muito simples. Também os mateirais ultilizados eram simples. Aos poucos, o homem foi aperfeiçoando seus instrumentos e descobrindo novos mateirais.
Hoje, para criar suas obras, o homem usa tintas, pincéis, telas, barro, pedra, formão, martelo; enfim, uma variedade muito grando de instrumentos e materiais. Além disso o homem cria obras de arte usando o som. Neste caso sua criação é percebida através do ouvido. Outras vezes o homem cria através do movimento, como na dança.
Também através da palavra falada e escrita o homem produz obras de atre. O poeta cria versos, o escritor cria histórias.
Todos nós podemos crir obras de atre. As as pessoas que possuem grande capacidade para criar são chamadas de artistas.
Através de seu trabalho, os artistar procuram expressar sua maneira de ver e sentir s coisas e o mundo. E nós, para compreendermos melhor as obras de arte, devemos educar nosso sentido e nossa sensibilidade. É atrvés da sensibilidade que apreciamos uma pintura, uma música, uma dançaou qualquer obra de arte.
Hoje, para criar suas obras, o homem usa tintas, pincéis, telas, barro, pedra, formão, martelo; enfim, uma variedade muito grando de instrumentos e materiais. Além disso o homem cria obras de arte usando o som. Neste caso sua criação é percebida através do ouvido. Outras vezes o homem cria através do movimento, como na dança.
Também através da palavra falada e escrita o homem produz obras de atre. O poeta cria versos, o escritor cria histórias.
Todos nós podemos crir obras de atre. As as pessoas que possuem grande capacidade para criar são chamadas de artistas.
Através de seu trabalho, os artistar procuram expressar sua maneira de ver e sentir s coisas e o mundo. E nós, para compreendermos melhor as obras de arte, devemos educar nosso sentido e nossa sensibilidade. É atrvés da sensibilidade que apreciamos uma pintura, uma música, uma dançaou qualquer obra de arte.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Jovens
Primeira postagem do blog que falará sobre jovens atuais e os antigos jovens.
Eu sou "normal":
Se você perguntasse a um jovem dos anos 80 a que tribo ele pertencia, as respostas seriam múltiplas. Ele poderia ser punk, metaleiro , dark. new wave, careca, rockabilly ( estilo de rock rápido criado por brancos do sul dos EUA na década de 1950). Um punk tratava um rockabilly como um Montecchio a um Capuletto em " Romeu e Julieta" : com desdén, raiva e sopapos. Não é a toa que os psicólogos passaram anos teorizando sobre a turma como a "segunda família". Era em realação a ela que havia códigos de honra. Era por ela que se combatia e brigava.
A instituição da "turma" como substituição da "família" mereceu os primeiros estudos nos anos 50. Naquela épcoca ficou popular o musical West side story, uma versão de Romeu e Julieta que, em vez de Montecchios e Capulettos, opunha as tribos dos "Jets" e dos "Sharks".
Esse quadro mudou na virada para o século 21.
Pergunte a um adolescente dos dias de hoje a que tribo ele pertence. Há 99% de chance de que ele responda: "eu sou normal". E o que significa normal? Não ter tribo? Nada disso. "Normal" é aquele que transita livremente por diversas turmas. O que é surfista de dia e pagodeiro de noite, por exemplo. Ou a menina que é nerd no colégio, patricinha no shopping mas namora um metaleiro - e frequenta festas de rock pesado com ele. Nos anos 80, uma patricinha ( na época chamavam-se "burguesinhas") sofreria gozações num reduto hardcore. Atualmente a resistência é bem menor.
Vive-se hoje a "era do camaleão". Há várias explicações para o fenômeno. A primeira é que o significado das tribos se diluiu. No começo dos anos 80, ser punk era admirar um movimento de jovens ingleses desempregados com plataforma definida. Hoje, essa tendência, restaram apenas os cabelos de corte moicano e as braçadeiras de couro. Em vez de ideologia, há acessórios. E diversão. A maior partedas tribos, no dia de hoje, se agrupa em torno de atividades de lazer. Que pode ser esportivo (surfistas e skatistas), cultural (pagodeiros, rockeiros, alternativos que gostam de MPB) ou relativo á vida noturna (clubbers e darks).
Por isso não faz sentido brigar. Por que combater alguém que apenas se diverte de forma diferente? Melhor é ficar amigo, para aproveitar diferentes tipos de programa. "Os adolescentes perceberam que não faz sentido se estapear por uma indentidade transitória", defende o psicanalista e escritor italiano Contardo Calligaris. Entre os mais velhos, que viveram tempos mais radicais, há quem veja nessa mudança constante um lado negativo, um reflexo da superficialiadedos dias atuais. Na verdade, o exercício da tolerância é uma conquista da geração de hoje. (...)
Veja - Adélia.
Eu sou "normal":
Se você perguntasse a um jovem dos anos 80 a que tribo ele pertencia, as respostas seriam múltiplas. Ele poderia ser punk, metaleiro , dark. new wave, careca, rockabilly ( estilo de rock rápido criado por brancos do sul dos EUA na década de 1950). Um punk tratava um rockabilly como um Montecchio a um Capuletto em " Romeu e Julieta" : com desdén, raiva e sopapos. Não é a toa que os psicólogos passaram anos teorizando sobre a turma como a "segunda família". Era em realação a ela que havia códigos de honra. Era por ela que se combatia e brigava.
A instituição da "turma" como substituição da "família" mereceu os primeiros estudos nos anos 50. Naquela épcoca ficou popular o musical West side story, uma versão de Romeu e Julieta que, em vez de Montecchios e Capulettos, opunha as tribos dos "Jets" e dos "Sharks".
Esse quadro mudou na virada para o século 21.
Pergunte a um adolescente dos dias de hoje a que tribo ele pertence. Há 99% de chance de que ele responda: "eu sou normal". E o que significa normal? Não ter tribo? Nada disso. "Normal" é aquele que transita livremente por diversas turmas. O que é surfista de dia e pagodeiro de noite, por exemplo. Ou a menina que é nerd no colégio, patricinha no shopping mas namora um metaleiro - e frequenta festas de rock pesado com ele. Nos anos 80, uma patricinha ( na época chamavam-se "burguesinhas") sofreria gozações num reduto hardcore. Atualmente a resistência é bem menor.
Vive-se hoje a "era do camaleão". Há várias explicações para o fenômeno. A primeira é que o significado das tribos se diluiu. No começo dos anos 80, ser punk era admirar um movimento de jovens ingleses desempregados com plataforma definida. Hoje, essa tendência, restaram apenas os cabelos de corte moicano e as braçadeiras de couro. Em vez de ideologia, há acessórios. E diversão. A maior partedas tribos, no dia de hoje, se agrupa em torno de atividades de lazer. Que pode ser esportivo (surfistas e skatistas), cultural (pagodeiros, rockeiros, alternativos que gostam de MPB) ou relativo á vida noturna (clubbers e darks).
Por isso não faz sentido brigar. Por que combater alguém que apenas se diverte de forma diferente? Melhor é ficar amigo, para aproveitar diferentes tipos de programa. "Os adolescentes perceberam que não faz sentido se estapear por uma indentidade transitória", defende o psicanalista e escritor italiano Contardo Calligaris. Entre os mais velhos, que viveram tempos mais radicais, há quem veja nessa mudança constante um lado negativo, um reflexo da superficialiadedos dias atuais. Na verdade, o exercício da tolerância é uma conquista da geração de hoje. (...)
Veja - Adélia.
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